segunda-feira, 4 de junho de 2012

Crônica ~

' - No calendário marco um X, e passam os dias. Me sinto tão estranho, ontem virei mais uma página... Será o fim da nossa história ou apenas mais um capítulo, o que aconteceu... Ainda não quero falar sobre isso; Às 4 horas vejo a mesma cena que deveria ter não existido... Porque ontem tudo me pareceu tão chato. Eu vivo em São Paulo, na cidade cinza, coração quebrado 
 O maior índice por metro quadrado, trânsito caótico, cidade Hard Core, coração de pedra, todo mundo merece uma chance... Viva na cidade cinza, viva na cidade cinza!'  -
Cidade Cinza, CPM 22

Cada luta, cada batalha travada, cada terra, sentimento, palavras, atitudes, guerras desbravadas, o nobre guerreiro tirava algo delas, alguma espécie de... Experiência, a última luta foi intensa, sim, apesar da calma, da frieza, a última luta foi intensa e boa... Muito boa, enfrentar um inimigo superestimado é algo meio complicado de se fazer, mais para o guerreiro que se encontrava ali, não. Com a destreza de um guerrilheiro conseguiu dar a volta por cima de mais uma etapa... Ele sabia que, as coisas só tendem a piorar, só caminham para o pior, mais, olhando do alto do penhasco, aquela legião de bestas demoníacas destruindo, matando, machucando, só esperando ele descer para derrotá-lo, com a mesma frieza da última luta, com o mesmo olhar amedrontador de um guerreiro sedento por guerra, no fundo demonstrava a felicidade, a calma... Limpou sua espada, afiou o seu fio com destreza, se preparou mais uma vez.
A terra atrás dele o sol brilhava intensamente e ele confiava que ficaria daquele jeito por um bom tempo... Havia pessoas que ele confiava tomando conta, mais as terras adiante, as montanhas a frente, os picos, continuavam em plena escuridão e destruição, continuava guardando o inesperado... Dirigindo seu olhar para aquela terrível vista, o nobre guerreiro se levanta, colocando suas coisas sobre o cavalo que o acompanhava nas longas jornadas... Puxava um pequeno caneco... Um copo, pequeno, tirando também um cantil, onde despejava um liquido negro... Com um cheiro muito forte de natureza que exalava, ele o tomava... As pessoas estranhamente chamavam aquilo de... Café.
Montou ao seu cavalo, e desceu o penhasco em busca das novas batalhas que o esperava, o fim do mundo começava agora... E o guerreiro apenas com um sorriso no rosto e com uma frase na cabeça: "Não entre em Pânico.", sua bela espada, seu nobre escudo, sua divina armadura e suas antigas cicatrizes, ele caminhava em direção a escuridão; Afinal, depois do silêncio que se vem a tempestade.





(:

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